terça-feira, 22 de novembro de 2011

Paris: Sonho ou Pesadelo?



Nós almoçamos animadas no restaurante do hotel. Tinha muita gente por lá, isso me incomodava. Nunca gostei das pessoas.


Carol - amor, que tal agente começar as fotos?

Sabrina - por mim tudo bem, aonde?

Carol - humm acho que eu já sei. Mas é surpresa. Vamos?

Sabrina - só vou la em cima pegar minha bolsa

Carol - ta certo


Ela foi e eu fiquei la embaixo esperando. Logo sinto duas mãos tapando meus olhos. Só podia ser ela não é mesmo. Quando abracei pela cintura e ia lhe dar um beijo foi que vi quem realmente era


Carol - Você?? O que ta fazendo aqui?

xxx - Que isso meu amor, nem um beijo?

Carol - não me faz perder a paciência com você Natália

Natalia: ta certo... Eu vim pro mesmo projeto que você. Sou modelo do cara que vai te esmagar

Carol - não tenho medo das suas ameaças

Natália - você me desprezou e ninguém faz isso, você vai pagar muito caro


Ela deu um beijo no meu rosto e me deixou ali parada, morrendo de ódio.


Sabrina - Quem era aquela mulher?

Carol - ninguém

Sabrina - alguém era pra te deixar assim

Carol - não te interessa ta bom

Sabrina - nossa, não precisa ser grossa

Carol - aff xau

Sabrina ONN

O que deu nessa garota? Ela me trata mal, depois simplesmente vira as costas e entra no hotel. Eu fiquei ali parada sem saber o que fazer. Resolvi dar umas voltas. Eu tava triste e sem saber o que fazer. Me sentei num banco que tinha em um jardim e fiquei olhando pro nada...


xxx- uma moça assim tão bonita não deveria estar sozinha

Sabrina - que susto

xxx - me perdoe. Deixe que eu me apresente. Sou Jean Carlos, ou somente Carlos. Muito prazer

Sabrina - o prazer é meu. Me chamo Sabrina

Carlos - lindo nome. Posso me sentar ao seu lado?

Sabrina - claro


Era um homem bonito, gentil e educado que me fez rir aquela tarde, enquanto me divertia e pensava na Carol ao mesmo tempo.
Quando era por volta das 19:00 ele me chamou pra jantar. Como a Carol não tinha aparecido ate o momento resolvi aceitar. Ele pagou tudo, uma das melhores comidas que já provei. Conversamos mais, tomamos vinho, então já estava tarde, era por volta das 10 da noite.
Cheguei no quarto e ainda não vi sinal da Carol. Acho que já era hora de acabar com isso. Tomei um banho pra relaxar e vesti uma roupa mais fresca. Bati na porta do quarto dela e nada. Girei a maçaneta e tava aberta. Ela estirada na cama com uma garrafa de alguma bebida na mão. Dormiu de bêbada. Meu Deus, nunca vi ela assim.
Tirei a garrafa da mão dela e tirei toda sua roupa. Virei ela de lado e cobri com o lençol. Voltei pro quarto meio triste, tomei um remédio  e dormi.

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